Sinceramente. Eu preciso exercer minha indignação. Não faz mal não, viu? Muito pelo contrário! Enriquece quando falamos o que pensamos e tem alguém que dá ouvidos para isso. Só que o que me deixa indignado, que me tira do sério, é a falta de confiança no que se diz, no que se faz. São pessoas que estão, o tempo inteiro, contra você. Chega uma hora que isso irrita, que você estoura.
Mas, olha só... São essas mesmas pessoas que não estão nem aí para isso. Quando você vê, ela está colocando palavras na sua boca. Chega! Não sou mais nenhuma criancinha, que é dependente o tempo todo. Sei bem o que faço, e tenho minhas opiniões próprias. Pode não ser a mesma que a sua, mas aprenda a respeitá-la.
Adquirimos o respeito dos outros, quando respeitamos-os também. A mudança que queremos ver no mundo tem que vir de dentro para fora, e não o contrário. Pelo amor de Deus! Não dá para ficar dizendo "amém" para tudo sempre. Foda-se se ele é um gestor, um coordenador ou o caralho a quatro. Ele, antes de ser isso, é uma pessoa. E, por ser isso, merece tratamento igual a qualquer outra.
Me sobe o sangue pensar em pessoas que só trabalham para as outras por "status". É lindo dizer, em todas as Integrações, que "as pessoas são a nossa razão de existir". Mentira! Só dizem. Teoria. Blá, blá, blá. Porra... se ninguém vai mudar nada, por que fazemos parte da gestão estratégica? Só se for de jogo de xadrez, né?
Vou viver um dia de cada vez. Uma hora. Dez minutos. Um segundo. Até o dia que eu não aguentar mais, e deixar todo mundo na mão. É. Isso mesmo. É assim que merecem ficar. Só a grama dos outros que é mais verde. Você nunca tem mérito em nada.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
"Espero que não durmam, e sofram como eu vou sofrer."
"Sinceramente, quero que eles fiquem arrasados em todas as derrotas. Espero que eles não durmam neste domingo, que sofram como eu vou sofrer. Só dessa forma vão encontrar o caminho para ter sucesso no trabalho. Quando você põe todo o sentimento e não consegue, isso gera uma frustração muito grande. É isso que gera consciência e a mobilização necessária para que tenhamos atitudes corretas. Não vejo nada de negativo nisso. Espero que eles se preocupem e tenham plena consciência para voltarem totalmente focados nos próximos jogos. É o lado bom junto com um sentimento ruim, de tristeza. Mas que sirva de alguma forma na nossa preparação."
Bernardinho,
técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, após a derrota para os Estados Unidos.
terça-feira, 31 de maio de 2011
Moço! Quanto custa uma cartela de paciência?
Ah! Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados! Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia. (Ou não) Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais". E o bem comportado executivo? O "cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar.
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, e até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo. Eu, inconformado, me lembrei da fila dos bancos. Ainda, vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso, e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que "era longo demais".
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência está em falta no mercado, e, pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar.
Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje, de infarto agudo do miocárdio, o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui? Respire. Acalme-se, por favor. O mundo está, certamente, apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça". Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice. O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, e até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo. Eu, inconformado, me lembrei da fila dos bancos. Ainda, vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso, e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que "era longo demais".
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus. A paciência está em falta no mercado, e, pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta. Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" onde ele quer chegar.
Qual é a finalidade de sua vida? Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você? Onde você quer chegar? Está correndo tanto para quê? Por quem? Seu coração vai agüentar? Se você morrer hoje, de infarto agudo do miocárdio, o mundo vai parar? A empresa que você trabalha vai acabar? As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui? Respire. Acalme-se, por favor. O mundo está, certamente, apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência.
(Arnaldo Jabor)
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Faz tempo
Ufa! Quase que se passa um mês inteiro sem eu escrever qualquer bobagem por aqui. Faz tempo que eu não escrevo nada, é verdade. Mas não é por falta de vontade não, é por falta de inspiração. Às vezes, começo muito bem, obrigado, mas não sei desenvolvê-lo. Fico frustrado e saio. Correndo, na maioria das vezes.
De uns tempos para cá, descobri o prazer da leitura. Redescobri, pra ser sincero. Sou muito crítico para livros. Seletivo, eu diria. É que não gosto de estórias contadas com palavras difíceis, ou de muito antigas. Me cansam. Só que, nesses últimos tempos, li dois livros espíritas consecutivos. Cheguei até a confundir as histórias (só eu mesmo, rs). Não acredito em espiritismo (não ainda), mas as histórias contadas por eles são fantásticas. São mais do que histórias bem contadas, são lições de vida. Lições para a vida inteira. Tenho minhas críticas sobre, mas nada que seja tão importante quanto às mensagens ditas neles.
No meio de uma leitura e outra, li o livro da Bruna Surfistinha. Sempre tive curiosidade, confesso. Acredita que eu me emocionei na parte em que ela relata que sai de casa para conhecer a sua liberdade (por se aproximar um pouco da minha)? Pois é, eu chorei com a história de uma garota de programa. Não, eu não acreditava que eu fosse capaz disso. Mérito seu, Raquel.
Voltei a jogar vôlei, cara! Aos finais de semana, um bate bola, com o pessoal. Mesmo sendo “só” um bate bola, eu não entro para perder. Não faz parte da minha rotina. Não faz parte de mim jogar “só por lazer”. Imagina que eu vou entrar em “quadra”, jogar, dar o meu melhor, e aceitar perder com a mesma naturalidade que outros fazem? Eu não consigo! Se é para ser, que seja por inteiro, cem por cento. Eu gosto de vencer, eu nasci para isso (modéstia a parte). Até no par ou ímpar. Isso é meu, é de dentro para fora. Quem joga (ou jogou) comigo sabe bem como é isso. Eu falo o tempo todo, trago a responsabilidade para mim. Se bem que 1,93 de altura ajuda bastante nesse quesito...
Meu relacionamento vai de vento em poupa. Não está no seu melhor momento, e nem muito menos no momento que eu desejei estar algum dia de minha vida. Só que não desistir também faz parte de mim e é um dos meus lemas. Eu não desisto assim tão fácil das coisas que eu quero fazer e ainda não fiz. E eu não quero perdê-lo. Não por tão pouco. Sei que estamos em um momento propício à traição. Mas depende de cada um: quando um não quer, dois não brigam. Briga é inevitável, ainda mais quando você mora com a outra pessoa, mas ela não pode se tornar uma constante. Temos que mudar de atitude, de ideia, de postura. Ceder um pouco, quem sabe. Ser feliz não é sinônimo de ter razão sempre. Ser feliz é muito mais do que isso.
De uns tempos para cá, descobri o prazer da leitura. Redescobri, pra ser sincero. Sou muito crítico para livros. Seletivo, eu diria. É que não gosto de estórias contadas com palavras difíceis, ou de muito antigas. Me cansam. Só que, nesses últimos tempos, li dois livros espíritas consecutivos. Cheguei até a confundir as histórias (só eu mesmo, rs). Não acredito em espiritismo (não ainda), mas as histórias contadas por eles são fantásticas. São mais do que histórias bem contadas, são lições de vida. Lições para a vida inteira. Tenho minhas críticas sobre, mas nada que seja tão importante quanto às mensagens ditas neles.
No meio de uma leitura e outra, li o livro da Bruna Surfistinha. Sempre tive curiosidade, confesso. Acredita que eu me emocionei na parte em que ela relata que sai de casa para conhecer a sua liberdade (por se aproximar um pouco da minha)? Pois é, eu chorei com a história de uma garota de programa. Não, eu não acreditava que eu fosse capaz disso. Mérito seu, Raquel.
Voltei a jogar vôlei, cara! Aos finais de semana, um bate bola, com o pessoal. Mesmo sendo “só” um bate bola, eu não entro para perder. Não faz parte da minha rotina. Não faz parte de mim jogar “só por lazer”. Imagina que eu vou entrar em “quadra”, jogar, dar o meu melhor, e aceitar perder com a mesma naturalidade que outros fazem? Eu não consigo! Se é para ser, que seja por inteiro, cem por cento. Eu gosto de vencer, eu nasci para isso (modéstia a parte). Até no par ou ímpar. Isso é meu, é de dentro para fora. Quem joga (ou jogou) comigo sabe bem como é isso. Eu falo o tempo todo, trago a responsabilidade para mim. Se bem que 1,93 de altura ajuda bastante nesse quesito...
Meu relacionamento vai de vento em poupa. Não está no seu melhor momento, e nem muito menos no momento que eu desejei estar algum dia de minha vida. Só que não desistir também faz parte de mim e é um dos meus lemas. Eu não desisto assim tão fácil das coisas que eu quero fazer e ainda não fiz. E eu não quero perdê-lo. Não por tão pouco. Sei que estamos em um momento propício à traição. Mas depende de cada um: quando um não quer, dois não brigam. Briga é inevitável, ainda mais quando você mora com a outra pessoa, mas ela não pode se tornar uma constante. Temos que mudar de atitude, de ideia, de postura. Ceder um pouco, quem sabe. Ser feliz não é sinônimo de ter razão sempre. Ser feliz é muito mais do que isso.
Mas eu isso é assunto para outro dia. Beijo, queijo.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Cachorrinhos a venda
O dono de uma loja estava colocando um anúncio na porta: “Cachorrinhos a venda”. E esse tipo de anúncio sempre atrai às crianças e logo um menininho apareceu na loja perguntando:
-“Qual é o preço dos cachorrinhos?”
O dono respondeu:
- “Entre R$ 30,00 e R$ 50,00”.
O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
- “Só tenho R$ 2,37… posso vê-los?”.
O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
- “O que aconteceu com esse cachorrinho?”, perguntou.
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:
- “Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!”.
E o homem respondeu:
- “Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente”.
O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
- “Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo”.
O homem respondeu:
- “Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos”.
O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:
- “Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda”.
O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas… sorriu e disse:
- “Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você”.
-“Qual é o preço dos cachorrinhos?”
O dono respondeu:
- “Entre R$ 30,00 e R$ 50,00”.
O menininho colocou a mão em seu bolso e tirou umas moedas:
- “Só tenho R$ 2,37… posso vê-los?”.
O homem sorriu e assobiou. De trás da loja saiu sua cadela correndo seguida por cinco cachorrinhos. Um dos cachorrinhos estava ficando consideravelmente para trás. O menininho imediatamente apontou o cachorrinho que estava mancando.
- “O que aconteceu com esse cachorrinho?”, perguntou.
O homem lhe explicou que quando o cachorrinho nasceu o veterinário lhe disse que tinha uma perna defeituosa e que andaria mancando pelo resto de sua vida. O menininho se emocionou muito e exclamou:
- “Esse é o cachorrinho que eu quero comprar!”.
E o homem respondeu:
- “Não, você não vai comprar esse cachorro, se você realmente o quer, eu te dou de presente”.
O menininho não gostou, e olhando direto nos olhos do homem lhe disse:
- “Eu não quero que você me dê de presente. Ele vale tanto quanto os outros cachorrinhos e eu pagarei o preço completo. Agora vou lhe dar meus R$ 2,37 e a cada mês darei R$ 0,50 até que o tenha pago por completo”.
O homem respondeu:
- “Você não quer de verdade comprar esse cachorrinho, filho. Ele nunca será capaz de correr, saltar e brincar como os outros cachorrinhos”.
O menininho se agachou e levantou a perna de sua calça para mostrar sua perna esquerda, cruelmente retorcida e inutilizada, suportada por um grande aparato de metal. Olhou de novo ao homem e lhe disse:
- “Bom, eu também não posso correr muito bem, e o cachorrinho vai precisar de alguém que o entenda”.
O homem estava agora envergonhado e seus olhos se encheram de lágrimas… sorriu e disse:
- “Filho, só espero e oro para que cada um destes cachorrinhos tenham um dono como você”.
Na vida não importa como és, mas importa que alguém te aprecie pelo que és, te aceite e te ame incondicionalmente.
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Ensaiem seus gritos de “macaco”, “preto”, “manco”, “bicha” e tantos outros
Da multa variável de R$ 100,00 a R$ 1000.000,00 o STJD decide pela aplicação de R$ 50.000,00 ao clube Sada Cruzeiro cabendo recurso para redução ou até mesmo absolvição.
Quem foi punido? Os ofensores? Os torcedores? Os que praticaram os atos discriminatórios? A equipe que se beneficiou da desestabilização do jogador do Vôlei Futuro? Enfim, alguém que fosse sofrer em função do envolvimento do mesmo com aquela equipe?
Não.
O único sofrimento e punição proporcionada por essa decisão é no setor financeiro, na frieza dos números de um caixa. Com essa decisão quem sofre mesmo é o Vôlei Futuro e seus atletas que terão que voltar naquele mesmo lugar, com aquelas mesmas pessoas, com a organização exercida pelo mesmo clube, tudo dentro do mesmo quadro de constrangimento e pressão com uma única diferença agora: a legitimidade de todo esse cenário.
Agora senhores preparem suas pencas de banana, ensaiem seus gritos de “macaco”, “preto”, “manco” e “bicha” e tantos outros, afinal agora é uma questão de custo x benefício, se isso serve para desestabilizar o outro time e ganhar o jogo através dessas estratégias, R$ 50.000,00 é uma pechincha para chegar a uma final. É isso mesmo, agora tem preço, paguem e discriminem, paguem e atinjam os seus objetivos, é apenas uma questão de dinheiro.
O STJD teve a oportunidade de impedir a realização da partida do dia 15 de abril em Contagem (MG) e não o fez. A responsabilidade de tudo que acontecer, antes, durante e depois da partida será de responsabilidade deles, já que foram eles que legitimaram a partida neste local.
Quem foi punido? Os ofensores? Os torcedores? Os que praticaram os atos discriminatórios? A equipe que se beneficiou da desestabilização do jogador do Vôlei Futuro? Enfim, alguém que fosse sofrer em função do envolvimento do mesmo com aquela equipe?
Não.
O único sofrimento e punição proporcionada por essa decisão é no setor financeiro, na frieza dos números de um caixa. Com essa decisão quem sofre mesmo é o Vôlei Futuro e seus atletas que terão que voltar naquele mesmo lugar, com aquelas mesmas pessoas, com a organização exercida pelo mesmo clube, tudo dentro do mesmo quadro de constrangimento e pressão com uma única diferença agora: a legitimidade de todo esse cenário.
Agora senhores preparem suas pencas de banana, ensaiem seus gritos de “macaco”, “preto”, “manco” e “bicha” e tantos outros, afinal agora é uma questão de custo x benefício, se isso serve para desestabilizar o outro time e ganhar o jogo através dessas estratégias, R$ 50.000,00 é uma pechincha para chegar a uma final. É isso mesmo, agora tem preço, paguem e discriminem, paguem e atinjam os seus objetivos, é apenas uma questão de dinheiro.
O STJD teve a oportunidade de impedir a realização da partida do dia 15 de abril em Contagem (MG) e não o fez. A responsabilidade de tudo que acontecer, antes, durante e depois da partida será de responsabilidade deles, já que foram eles que legitimaram a partida neste local.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena
A vida é muito curta para acordar com arrependimentos, não há tempo suficiente.
Ame as pessoas que te tratam bem.
Ame, também, àqueles que não, só porque você pode.
Acredite que tudo acontece por uma razão. Mesmo que dela só Deus saiba.
Se tiver uma segunda chance, agarre com as duas mãos.
Se isso mudar sua vida, deixe acontecer.
Beije devagar.
Perdoe rápido.
Deus nunca disse que a vida seria fácil.
Ele simplesmente prometeu que valeria a pena.
sábado, 9 de abril de 2011
Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional
Um senhor vivia sozinho em Minnessota. Ele queria virar a terra de seu jardim para plantar flores, mas era um trabalho muito pesado. Seu único filho, que o ajudava nesta tarefa, estava na prisão.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
"Querido filho,
Estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra sozinho. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor,
Seu Pai."
Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
"PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos."
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:
"Pode plantar seu jardim agora, amado pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento."
Estratégia é tudo, é verdade. Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.
O homem então escreveu a seguinte carta ao filho:
"Querido filho,
Estou triste, pois não vou poder plantar meu jardim este ano. Detesto não poder fazê-lo, porque sua mãe sempre adorou flores e esta é a época certa para o plantio. Mas eu estou velho demais para cavar a terra sozinho. Se você estivesse aqui, eu não teria esse problema, mas sei que você não pode me ajudar, pois estás na prisão.
Com amor,
Seu Pai."
Pouco depois, o pai recebeu o seguinte telegrama:
"PELO AMOR DE DEUS, pai, não escave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos."
Como as correspondências eram monitoradas na prisão, às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes do FBI e policiais apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar qualquer corpo.
Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera.
Esta foi a resposta:
"Pode plantar seu jardim agora, amado pai. Isso foi o máximo que eu pude fazer no momento."
Estratégia é tudo, é verdade. Nada como uma boa estratégia para conseguir coisas que parecem impossíveis. Assim, é importante repensar sobre as pequenas coisas que muitas vezes nós mesmos colocamos como obstáculos em nossas vidas.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
"Qual pai tem orgulho de um filho gay, de uma filha lésbica?"
"Duas coisas eu tenho a dizer para o deputado Bolsonaro. Nós o ouvimos com todo respeito, porque ele foi eleito. Não podemos esquecer que ele representa uma série de pessoas, inclusive que não assumem as coisas que ele falou. O deputado mostrou uma foto para justificar que ele não é racista. Eu gostaria de mostrar pro senhor, deputado Bolsonaro, uma foto, e que o senhor soubesse o seguinte: essa pessoa que está aqui comigo se chama Luiza, ela estuda Direito. Essa foto foi feita em Washington, onde ela vive hoje. Ela ganhou uma bolsa pra ser bolsista da America University, estagiária da OEA (Organizações dos Estados Americanos), ela é gay e eu tenho muito orgulho de ser pai da Luiza. Tá certo, deputado?!"
Marcelo Tas
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