domingo, 3 de junho de 2012

As coisas boas da vida

"Se apaixonar. Rir até sentir o rosto doer. Um banho quente. Um supermercado sem filas. Um olhar especial. Receber cartas. Dirigir numa estrada bonita. Escutar sua música preferida no rádio. Um banho de espuma. Uma boa conversa. A praia. Achar uma nota de R$50 na sua blusa do inverno passado. Rir de você mesmo. Rir sem absolutamente razão nenhuma. Ter alguém pra te dizer que ...você que é bonito (a). Rir por alguma coisa que você lembrou. Os amigos. Ouvir acidentalmente alguém falar bem de você. Acordar e perceber que ainda faltam algumas horas para dormir. Fazer novos amigos ou ficar junto dos velhos. Conversas à noite com seu colega de quarto que não te deixa dormir. Alguém brincar com o seu cabelo. Bons sonhos. Viagens com os amigos. Dançar. Beijar na boca. Ir a um bom show. Ter calafrios ao ver aquela pessoa. Ganhar um jogo difícil Passar o tempo com os amigos. Ver os amigos sorrir ou rir. Segurar as mãos de um amigo. Encontrar com um velho amigo e descobrir que tem coisas que nunca mudam. Descobrir que o amor é eterno e incondicional. Abraçar a pessoa que você ama. Ver a expressão de alguém que ganhou um presente que queria muito de você. Ver o nascer do sol. Levantar todo dia e agradecer a Deus por outro lindo dia!"

(Max José Reis)

E o destino?

"E me convenço, cada dia mais, que você está melhor sem mim. Ainda bem. As diversas vezes que eu ouvi 'eu te amo' vindo de você ecoam na minha mente, mas como marca de um passado bom. É lá que está, e de lá não sairá. Eu consigo fazer isso. É uma das coisas que eu consigo fazer bem feito. É, as pessoas se acostumam sem as outras e começam a trilhar novos caminhos, novas possibilidades. Até novos amores. Novas pessoas aparecem, e te dão mais força para você continuar, só pelo fato de elas estarem lá, igual você fazia antes. Melhor ainda é quando elas lembram de você. Ah, isso não tem preço! Infelizmente, você também não é insubstituível. As máscaras caem, e o destino se encarrega de uma missão desafiadora: mostrar quem é quem. Com o tempo você vai decifrando isso, e vendo que algumas pessoas foram boas enquanto duraram, e devemos agradecer por não terem durado a eternidade.


Mais do que isso, sente que seu coração continuará batendo mais forte quando ouvir falar de você. Mas que bobagem! A razão já está doutrinada a não sentir qualquer sentimento por você. Ainda bem que o coração fica embaixo. É passado, já ficou pra trás. Sinceramente, eu não quero nem mais ouvir sua voz. Sem horas e sem dores."

(Luan Mendes)

sábado, 2 de junho de 2012

Mas completamente apaixonado

"Tanto tempo do seu lado, que eu não sei mais ir embora. E não quero. Sempre que terminamos em briga, é você que me consola. Toda vez que eu preciso de um colo, por qualquer motivo, é pro seu que eu corro. Você recarrega minhas forças, meu amor, minhas esperanças. Eu volto pra você, de olhos fechados, como sempre. Nós tentamos nossas histórias por aí, mas tudo acaba sempre igual: eu, você e reticências. Não importa quantas vírgulas a gente ponha, imponha, o fim é sempre nós em continuidade. Suas aventuras, as minhas, nada dá certo, mas a gente nunca dá errado. Você sabe o que fazer, como fazer, quando. Você sabe do que eu preciso, melhor que eu mesmo. E é por isso que eu me sinto seguro. Encosto em você e desabo, porque eu tenho certeza que você sabe como segurar. E sabe mesmo, sabe bem. A gente tem alguma coisa linda, que mesmo sem um nome ou rótulo, me faz um bem sem tamanho. A gente é alguma coisa que nunca foi conversada ou decretada por nós, mas é bem mais do que pensamos e no fundo você sabe, eu sei. Nossa magia não é segredo. A gente recebe votos de felicidade, o destino conspira a nosso favor e eu te irrito só pra te ver bravo. O amor grita e a gente finge que não escuta. Eu, por medo de perder a melhor coisa que eu tenho nessa vida: você. Só sei que você tá certo, sou louco e estranho. Mas completamente apaixonado."

(Marcella Fernanda)

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mudei minhas estratégias

Resolvi fazer falta na vida das pessoas que fazem falta na minha. Isso mesmo. Apaguei todos os torpedos, quase exclui também dos meus contatos. Só não o fiz para não ficar chato na próxima vez que você correr atrás de mim, e eu ter que responder com qualquer nome, por não saber de quem se trata esse remetente. Aprendi, efetivamente, que as pessoas gostam do que elas não têm. É nisso que elas sabem dar valor. Vão sentir falta desde o abraço no encontro até o chocolate fora de hora, inesperado. E vão me chamar de frio. De calculista. Até de arrogante. Mas não importa. Se valer a pena mesmo, vai fazer diferente. Fácil é me chamar de sumido. Difícil é me chamar para sair, né?

(Autor desconhecido)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Apenas em frente





"Primeiro, porque nenhum amor deve ser mendigado.
Segundo, porque todo amor deve ser recíproco."


(Caio Fernando de Abreu)

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cara, você se arrependeu de ter terminado com ela?

"- Olha pra mim, você acha que eu me arrependi? Eu saia sexta e só voltava segunda de manhã pra trabalhar. Eu peguei a mãe, a filha, a prima, a tia e só não peguei a vó da vizinha porque ela tinha hemorroida. Eu tinha cortesia pra entrar nas melhores baladas. Eu esnobei as garotas que todos os homens queriam pegar. Transei de segunda à sábado, e domingo eu via futebol. Detalhe, sem ninguém me chamando pra ir ver a porra do casal feliz no Faustão ou sei lá o que. Me mandavam mensagens o dia todo e se você perguntar se eu li alguma eu vou te dizer que não. Eu podia ver filme pornô, levar a guria que eu quisesse pra minha cama e depois chamar o táxi pra ela ir embora pra eu não precisar gastar gasolina, porque convenhamos, tá cara pra caralho. Eu era o que elas queriam de qualquer jeito. E eu, queria todas de qualquer jeito, mas só um pouquinho cada uma. Chamava todas de bê, pra não errar o nome de nenhuma. E por que diabos elas achavam que isso era fofo? Eu ia pra academia as três das tarde e voltava às oito da noite. Tenho uma coleção de calcinha perdida na última gaveta da minha estante. Eu saia na rua com o som alto no carro e podia escolher a dedo, quero essa, depois essa e mais tarde, essa. Na minha geladeira nunca tinha uma caixa de cerveja, eram no minimo quatro. Eu não devia nada pra ninguém. A única guria que me cobrava alguma coisa era minha mãe. Me cobrava minha cueca lavada e só. Não tinha que ir no cinema ver as comédias românticas e falar “own amor, eu faria o mesmo por você”. Não tinha que deixar de ir pra balada pra fazer um lanchinho em família. Não precisava me preocupar em horário e olhava pra quem eu queria na rua. Minha casa tinha festa toda quarta. Camisinha aqui tinha do Bob Esponja até das Três Espiãs Demais. E eu ainda dava de brinde um moranguinho pra cada garota. Meu trampo era sentado na frente do computador. Peguei tua irmã, cara. A amiga dela. A Carolzinha filha do Prefeito da cidade. A Jú filha do gerente do banco. Loira, morena, ruiva, que gostava de pagode até a que gostava de gospel. Eu tinha o mundo na minha mão.

E você me pergunta se eu me arrependi?

Me arrependi, caralho. Porque toda essa porra de vida perfeita nesses 4 meses que fiquei sem ela não teve valor nenhum depois que eu a vi sorrindo de um jeito que nunca sorriu pra mim pra um outro cara aí. Pra um vagabundo desgraçado que vai fazer ela feliz, porque eu, eu não fiz ela feliz e ainda mandei a melhor coisa que eu tinha na vida me esquecer. E sabe o que é pior? Ela me obedeceu."

(Autor desconhecido)

terça-feira, 1 de maio de 2012

Melhor e seu

"(...) E, então, terminamos, demos uma pausa, uma vírgula pra respirar. Só que a vírgula sufocou, e foram nas semanas sem você que eu entendi que cada dia sozinho parece um ano. Que não dá pra cada um ir pra seu lado, porque já somos um só e não dá pra seguir direções diferentes. Não posso tomar outro rumo, porque meu caminho é você, nós. Não tem graça respirar, se eu não posso sentir tua respiração. Foi trocando de posição que a gente descobriu que essa é a mais confortável que existe. Foi depois de tudo tremer que a gente ficou mais firme do que nunca. Se eu tenho alguma certeza nessa vida, é do meu amor por você. Se for pra falar de felicidade, eu falo da gente. Se for pra falar de mim, falo a partir do dia que você entrou na minha vida, porque sou outro. Melhor e seu!"


(Marcella Fernanda)

sábado, 28 de abril de 2012

Conta meus arranhões e descobre o porquê de cada um deles


"Ao invés de reclamar do meu jeito ou me cobrar mais isso ou menos aquilo, procura saber meus motivos. Conta meus arranhões e descobre o porquê de cada um deles. Me diz se você, depois de entrar no mar e quase morrer afogado, vai sair mergulhando por aí em qualquer água. Liga pra quem me machucou e reclama com eles, ou agradece, porque hoje sou melhor. Cada entrega é menos intensa, até o dia em que não haverá mais entregas. E falta pouco, não sei se isso é ruim, mas eu prefiro. Prefiro continuar intocada até me deixar tocar quando realmente valer a pena. Não tenho medo de dor, só não quero dor por nada, não quero me acostumar e viciar nisso tudo. Quer me ensinar? Senta comigo, conversa, briga, sei lá. Mas não me fere por dentro, isso não. Teve tempo que eu não conseguia imaginar duas pessoas, depois de ter uma história, virarem dois estranhos, acenando um pro outro na rua, sem pararem pra se cumprimentar. Hoje eu faço isso, porque sou o contrário do que era: Entrar na minha vida é pra poucos, sair é pra quem quiser. Tudo é uma questão de ponto de vista, pode-se dizer que eu mudei. Eu prefiro dizer que, aos trancos e barrancos, aprendi."

(Marcella Fernanda)

Ou a gente aprende, ou a gente aprende


"A verdade é que se alguém gosta de verdade de você, esse alguém só vai arrumar desculpas pra ficar junto, nunca o contrário. Se ele ama mesmo você, ele vai achar graça dos seus defeitos, vai entender suas manias e achar um charme seu temperamento difícil. Porque amar é isso, é se virar do avesso pelo outro, não querer virar o outro do avesso. Demorei pra aprender o valor do amor, e perceber quem gosta mesmo de mim. Demorei pra parar de inventar desculpas pra ausência do outro e começar a me pedir desculpas por me permitir viver com tão pouco. Mas entendi a tempo de parar de gastar meu coração e meus sonhos com quem tampouco merece meu bom dia. Agora eu guardo minha preocupação, meus esforços e meu carinho. Agora eu não remo mais sozinha, muito menos fico em barco parado. Eu pulo em alto mar. Em barco furado? Eu nem entro. A gente aprende, né? Mais cedo ou mais tarde, aprende. A gente supervaloriza tanto certas pessoas, mas só até a gente entender nosso supervalor. Só se contenta com qualquer companhia, quem não sabe lidar com a própria. Agora são só duas opções: me faz muito mais feliz ou me deixa em paz. Porque feliz eu já sou, e roubarem a minha paz eu não deixo mais."

(Marcella Fernanda)